sábado, 31 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Dia da Poesia em Casais Lagartos
Para comemorarmos o Dia
da Poesia, decidimos escrever um poema coletivo. Escolhemos uma atividade em que todos participámos, de
que todos gostámos e que nos fez feliz. Essa atividade foi um exercício de
concentração que fizemos com missangas e hashis (pauzinhos).
Pensámos sobre o
tema, registámos palavras, expressões e frases relacionadas com esse tema e
depois lemos tudo o que escrevemos. Por fim foi só relembrar os sentimentos
desse momento, respirar e ver com os olhos do coração. Cada um foi dizendo
versos, e as ideias foram surgindo.
O título nasceu de dois títulos propostos.
Este é o nosso poema.
Passa o tempo
em cada pétala que sai
da minha flor.
Avançam as horas e os
minutos.
Com a delicadeza dos meus
dedos,
toco o vento.
Banho-me na chuva,
voam borboletas coloridas.
Em cada pedra um
sentimento melhor.
Em cada pôr-do-sol
vai nascendo poesia.
Turma H
EB1 de
Casais Lagartos
21-03-2014
EB1 de Casais Lagartos em Projeto Inovador
Projeto “O Japão”
A nossa turma (turma H,
da EB1 de Casais Lagartos) está a desenvolver um projeto sobre o Japão. Todos
os dias trabalhamos ao som de música instrumental japonesa, pois ajuda-nos a
concentrarmo-nos e nós gostamos de ouvir. Entre outras atividades que temos
desenvolvido e que ainda andamos a realizar, pedimos a colaboração do Mestre de
Ninjutsu, Pedro Félix, para vir à nossa escola partilhar connosco alguns dos
conhecimentos da sua arte.
No dia 12 de Março de
2014 recebemos na nossa escola a ilustre visita de um Mestre de Ninjutsu,
chamado Pedro. Aprendemos algumas curiosidades sobre o Japão.
Primeiramente o Mestre
mostrou-nos no planisfério onde se situa este país e referiu que a atual
capital do país é a cidade de Tóquio, e indicou que anteriormente a capital era
a cidade de Quioto.
O Japão tem 6852 ilhas
mas apenas 426 são habitadas. As maiores ilhas são Hokkaidou, Honshu, Shikoku e
Kyushu. Um dos mares, junto da costa japonesa tem o nome de Mar do Japão.
O Mestre Pedro
ensinou-nos a escrever Japão em japonês. É 日本, usando o kanji
(carateres japoneses). Também nos ensinou a contar até 100 em japonês.
(Exemplo: 1 – ICHI; 2 – NI; 3 – SA). Três alunos da turma escreveram o seu nome
em Katakana, um dos silabários utilizados na escrita japonesa.
Em seguida, o Mestre Pedro falou um pouco da arquitetura japonesa, explicando que naquele país as casas são quase todas iguais, exceto as casas tradicionais, que mantêm as suas caraterísticas, e as casas do futuro, que usam recursos diferentes na sua construção.
Em seguida, o Mestre Pedro falou um pouco da arquitetura japonesa, explicando que naquele país as casas são quase todas iguais, exceto as casas tradicionais, que mantêm as suas caraterísticas, e as casas do futuro, que usam recursos diferentes na sua construção.
Em relação à
gastronomia, ficamos a conhecer alguns pratos típicos como o sushi, o sashimi
que se come com pasta de wasabi e que os japoneses comem mais variedades de
massas que nós, os portugueses. O Mestre também nos explicou como se usam os
pauzinhos, que se chamam hashi.
Quanto ao vestuário, o
Mestre Pedro referiu algumas diferenças entre o vestuário chinês e o vestuário
japonês. Os japoneses usam roupa mais larga, ao contrário dos chineses. Os
japoneses usam quimono. Esta peça de vestuário é usada com alguns acessórios
específicos como o obi (faixa ou cinto); tabis (meias); geta (sandálias de
madeira). Também há diversos tipos de quimono adequados às ocasiões, cerimónias
e a quem os veste.
O Mestre também nos
explicou que os japoneses são os maiores caçadores de baleias do planeta.
Após estas explicações,
fizemos um exercício de concentração. Primeiro, sentámo-nos em roda. Em
seguida, o Mestre Pedro deu duas taças a cada um, colocou missangas numa das
taças e nós tínhamos de passar as missangas de uma taça para a outra com os
hashi (pauzinhos). Antes de começarmos fizemos exercícios de respiração:
contamos até 4 enquanto inspiramos, aguentamos o ar três segundos e expiramos
enquanto contamos até cinco.
Quando fomos lá para
fora, para o campo, o Mestre Pedro, ensinou-nos mais técnicas de Ninjutsu, pois
da primeira vez que veio à nossa escola já nos tinha falado dos Samurais, dos
Ninjas e já tínhamos feito alguns exercícios.
Aprendemos a
defendermo-nos com um boné e com um chapéu-de-chuva. Com a pala do boné virada
para a frente ou para trás e com o chapéu-de-chuva aberto e fechado. O tempo é
sempre pouco para aprendermos tantas coisas interessantes e fazermos exercícios
espetaculares.
A nossa avaliação sobre
a vinda do Mestre Pedro à nossa escola é excelente. Estamos ansiosos por
aprender mais e apresentar este projeto às nossas turmas de correspondentes.
terça-feira, 13 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Fase Distrital do Concurso Nacional de Leitura 2014
Os alunos Ricardo Silva, n.º 15, do 7.º B, João Figueiredo, n.º 10, do 8.º A, e Maria Coelho, n.º 9, do 9.º C foram os eleitos para participar na fase distrital do Concurso Nacional de Leitura que decorreu no dia 5 de Maio de 2014 no Centro Escolar de Santa Margarida da Coutada no Concelho de Constância.
Os nossos bravos leitores não arrecadaram nenhum dos primeiros lugares mas devem contudo sentir-se orgulhosos porque representaram a escola naquilo que é o mais importante, A LEITURA!
Por isso mesmo, a BE dá-vos os nossos parabéns!
Se quiserem saber como tudo aconteceu espreitem o que passou na RTP:
Programa da RTP "Portugal no Coração", 26/05/2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
A utopia da liberdade
Numa altura onde os exemplos de arbitrariedade e tirania proliferam, e em que se verificam enormes atropelos aos direitos, liberdades e garantias fundamentais, urge relembrar a importância dos valores democráticos e da liberdade.
Para isso, e no âmbito das comemorações dos 40 anos do 25 de Abril de 1974, os alunos do 2.º K da EB 1 de Vale da Pedra continuaram o livro de José Jorge Letria "Liberdade. O que é?", pretendendo-se encontrar, de forma quase poética, definições para o sentido de liberdade.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
5 de Maio de 2014 - 2.ª fase do Concurso Nacional de Leitura
Consulta aqui as regras de participação na 2.ª fase do Concurso Nacional de Leitura que terá lugar na Biblioteca Municipal Alexandre O' Neill no Centro Escolar de Constância no dia 5 de Maio de 2014.
Informamos que os poemas selecionados para o 3.º Ciclo para a prova de declamação em palco já foram dados a conhecer pela organização do CNL.
Bom trabalho!
Informamos que os poemas selecionados para o 3.º Ciclo para a prova de declamação em palco já foram dados a conhecer pela organização do CNL.
Bom trabalho!
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Resultados do Concurso "Novo Acordo? Eu sei!"
A aluna Mariana Negrão Barros foi a grande vencedora do Concurso de Ortografia da Biblioteca Escolar e a quem desde já enviamos as melhores felicitações!
Agradecemos ainda a colaboração das Professoras de Português do 2.º Ciclo!
Parabéns Mariana!
Agradecemos ainda a colaboração das Professoras de Português do 2.º Ciclo!
Parabéns Mariana!
terça-feira, 15 de abril de 2014
Resultados do Concurso de Escrita Criativa da Semana da Leitura
Já foram selecionados os vencedores do Concurso "Uma imagem, a minha história", um por cada ciclo de ensino. Muito obrigada igualmente à EB1 de Vale da Pedra que participou massivamente e também à EB1 de Casais Penedos pelo seu texto coletivo. Relembramos que todos os concorrentes receberão um certificado de participação!
Confiram agora aqui os três primeiros lugares:
Era uma vez, numa
cidade de França, em meados do século XIX, uma família muito rica, composta por uma
mãe, um pai e três lindas filhas. As meninas eram tão lindas à nascença que lhes
puseram os melhores nomes da época. Com doze anos de idade, a mais velha chamava-se
Alice. Com oito anos, a do meio chamava-se Nicole. A mais nova, Jaqueline,
tinha cinco anos. Eram lindas, magníficas, com muita graciosidade e com tanta
beleza como nunca se vira na face deste mundo, nem do outro. Diziam-se ser
abençoadas pelos deuses. Mas nos seus nascimentos houve uma enorme curiosidade,
porque elas nasceram no mesmo dia, na mesma hora, no mesmo minuto…o que leva esta
história a ser contada.
Certo ano, nos
seus aniversários, receberam um livro bem grande, com uma grande e dura capa,
que lhes dera um senhor que elas mal conheciam, que lhes disse, a meio da festa,
que só deveriam abrir o livro quando o mundo já não fizesse sentido para elas,
quando o mundo a que elas se habituaram tanto se desmoronasse numa grande catástrofe
familiar.
Elas seguiram
as suas indicações e não abriram o livro. Depois desse aviso o livro foi posto
numa estante da biblioteca em sua casa, onde se encontravam todas os livros que
alguém poderia imaginar. Passaram-se quatro anos e o livro, nunca aberto, foi
deixado para trás sem nunca ser lido, sem nunca ter sido visto, sem nunca ter
sido amado.
Mas num dos seus
aniversários, os seus pais morreram num acidente de cavalo e foram deixadas as
despesas paras as três filhas. Ia-lhes ser tudo retirado… mas a Alice lembrou-se
do livro. Cheia de esperança no coração foi buscá-lo e, junto com as irmãs,
virou a página. Uma certa curiosidade apareceu entre os seus corações
destroçados. De repente o livro começou a ganhar vida, um buraco negro apareceu
e começou a engolir as três irmãs, que se agarraram umas as outras. Então
viram-se num mundo estranho, uma autêntica fantasia. Aquele era outro mundo
complemente diferente: os rios eram de chocolate, os pássaros falavam e as árvores
dançavam levemente ao som do vento. Aquele mundo era mais que um sonho, era uma
coisa inimaginável.
Longe do rio
onde elas estavam havia um castelo bem grande para onde elas correram, e em
menos de duas horas chegaram lá. No palácio tudo era de ouro, prata e cobre. Era
fenomenal. De repente apareceram três rapazes que eram os reis daquela terra,
um mais novo com nove anos, outro com doze anos, e o mais velho com dezasseis
anos. A Nicole aproximou-se do irmão do meio mas Alice deu-lhe logo uma palmadinha
na mão e perguntou-lhes quem eram. Os rapazes disseram que o mais novo se
chamava Peter, o do meio se chamava Richard, e mais novo se chamava Michael. Eles
tinham nascido no mesmo dia e estavam à espera que um dia as profetizadas da
lenda aparecessem num dia de calor intenso com um arco-íris.
A Nicole e a
Jaqueline ficaram espantadas porque elas poderiam ser as meninas da profecia. O
Michel explicou que havia uma guerra com o reino das túlipas que era o reino
vizinho e que as três profetizadas iriam derrotar o Reino das Túlipas comandado
por Gisèle. As mais novas ficaram de boca aberta e disseram que o fariam com toda
a certeza e que iriam ajudar, mas Alice não aceitou e foi-se embora rapidamente.
As irmãs disseram aos reis para não se preocuparem com ela, que ela viria.
Quando Alice
fugiu para junto do lago viu um gato da cor de uma túlipa vermelha que começou a
falar com ela e lhe disse que os rapazes que ela tinha visto eram maus, que o Reino
das Túlipas era um único reino, que a rainha Gisèle comandava e eles se
rebelaram contra ela e querem destrui-la. Então a Alice pediu ao gato que a
levasse para junto da rainha Gisèle e que ela própria os derrotaria.
O gato foi
directamente ter com a rainha. A rainha avisou Alice que os rapazes tinham enfeitiçado
as suas irmãs e que se ela não os derrotasse elas poderiam sofrer muito. Com
isso a Alice pediu que o gato a ajudasse a encontrar mais alguém que pudesse
derrotar os irmãos, e ele indicou-lhe o chapeleiro maluco. Então Alice foi ter à
casa onde se encontrava o chapeleiro.
Ele
imediatamente aceitou ajudá-la- Prepararam-se e foram para o palácio dos irmãos.
Nicole e Jaqueline estavam lá. Alice hesitou um bocado, mas o gato disse-lhe
que se ela queria voltar a ter as suas irmãs
teria de derrotar os irmãos. Alice empunhou a espada que tinha na cintura e
junto com o chapeleiro louco e o gato cor de tulipa, correram em direcção a eles,
mas as irmãs meteram-se à frente. Alice deixou cair a espada e disse às irmãs para
não se esquecerem que ela as amava, apesar de tudo, e que os seus pais não
gostariam de as ver contra ela. Então as meninas começaram a chorar e, num ato
de magia , recuperam do seu transe e revoltaram-se contra os irmãos, que foram
derrotados facilmente pelas irmãs e os seus companheiros .
Aparece depois
Gisèle que as coroa heroínas do Reino das Túlipas e lhes dá um grande tesouro
cheio de moedas de ouro e relíquias que já davam para pagar as dividias. Nesse
momento, o gato cor de túlipa transformou-se num lindo rapaz que disse a Alice
que ela nunca mais se poderia esquecer daquele dia, pois fora o dia em que ela
mostrou coragem e força de espirito. Alice, chorando de alegria, agradeceu. O
chapeleiro agarrou no chapéu e disse palavras mágicas, o que fez com que
aparecesse um buraco negro que começou a sugar as meninas, sem que Alice se pudesse
despedir do gato ou rapaz, ela nem sabia o nome dele.
Quando
chegaram a casa e caíram no jardim, a Jaqueline e Nicole não se recordavam de
nada, mas Alice, ainda um pouco confusa, lembrava-se de tudo. Um cobrador que
lhes ia tirar a casa apareceu logo depois. Alice deu-lhe um pouco do tesouro e
tudo se resolveu.
Passado um mês
desse acontecimento foi o aniversário das três irmãs e fizeram uma festa. Nessa
festa Alice estava aborrecida porque ainda não se esquecera do gato e do Reino
das Túlipas. Entretanto viu ao longe um gato, um gato cor de túlipa vermelha,
perto de uma árvore distinta. Quando lá chegou fez uma festa ao gato, olhou
para o céu e disse:
- O reino das
Tulipas é real. Nunca hei de deixar essa memoria ir-se embora de mim, prometo
gato. Prometo nunca deixar a minha família, prometo ser forte .
O gato sorriu
e foi-se embora. Alice, chorando, gritou que ia ter saudades dele.
Jéssica Gregório Martins, n.º 9 do 7.º B
3.º Ciclo
Três
meninas pequenas estudavam gramática. Estavam todas no segundo ano da escola
Filipe I, que era numa pequena aldeia, perto de Matosinhos.
Essas três meninas eram
trigémeas. Eram as trigémeas Ana, Andreia e Adriana. Eram boas meninas mas não
gostavam de português. Achavam a disciplina chata e aborrecida.
_ Então, o sujeito é a parte da frase que tem o verbo - afirmava Ana.
_ Não,
não é nada! , é aquela parte que se pode tirar e pôr e que complementa a frase,
e que se pode mover para todos os lados! – exclamava Adriana, com um ar muito
chateado.
_ Não,
não é! É óbvio que é a parte que tem o nome da pessoa – replicava a Andreia.
Estas irmãs eram muito unidas em
tudo. Até completavam frases e liam pensamentos umas das outras. Excepto no
Português. No Português estavam sempre a discordar de tudo o que diziam.
Já fartas daquela gramática
horrível, deixaram o livro pisado no muro onde estavam sentadas e foram
brincar. Brincaram a tarde toda e depois à noite, foram para casa, deixando o
livro no muro.
À hora
de deitar desabou uma tempestade com raios e trovões. A Adriana olhou para a
rua, pela Janela, e viu o pobre livro de Português todo encharcado.
_ Temos
de o ir lá buscar, senão amanhã não podemos fazer a lição! Pensem só o que vai
dizer a Professora! _ exclamou a Andreia.
_ Pois
é, vamos lá, temos de o recuperar!_ completou a Ana.
E lá
foram. Saíram a correr, pegaram no livro e voltaram para casa. Colocaram o
livro à lareira, para ele secar. A Ana começou a folhear o livro, para ver o
seu estado e encontrou uma nota.
_
Venham cá ver!_Disse ela. E começou a ler:
“A
gramática é mais divertida quando se tem vontade, e quando se estuda. Não se
esqueçam de que a língua Portuguesa é a vossa língua e que sem ela não poderiam
falar, cantar e tudo mais!” É tudo.
_Será
que foi a Professora Ana Mafalda Martins que a escreveu? _ questionou a Ana.
_ Não
sei, mas temos de ir dormir. Amanhã perguntamos. _respondeu a Andreia.
E lá
foram. No dia seguinte, na escola, perguntaram à Professora se tinha sido ela,
mas ela respondeu que não.
As
trigémeas podiam ter ignorado a nota mas não O fizeram. Começaram a estudar com
afinco todos os dias e depressa se tornaram nas melhores da turma. Por isso
lembrem-se, estudem muito!
Uma história antiga
Era uma vez três
meninas que se chamavam Mariana, Inês e Leonor. Um dia foram a um sótão velho e
sujo, onde a Inês encontrou um livro. A Leonor disse:
_ Oh! É só um livro velho e poeirento!
Quando a Inês o
abriu saiu lá de dentro uma certa magia. A Mariana exclamou:
_ Parece um livro mágico!
Então a Inês abriu
o livro e entrou na história. A Mariana e a Leonor fizeram o mesmo e todas
entraram na história mágica. Lá dentro elas encontraram uns extraterrestres,
metade cor-de-rosa e metade amarelos que lhes apresentaram a cidade chamada
Comilónis, porque as criaturas que lá viviam comiam a toda a hora.
Um dia surgiu uma
emergência porque um ladrão entrou para dentro do livro e roubou a princesa
Sofiazónis. Ele levou-a para a cidade de Dragãotouros, onde os habitantes eram
metade dragão e metade touros. O ladrão levou a princesa para uma montanha
chamada Pico-pico-sarabico onde viviam muitos picos e muitos sabichões. E mesmo
no topo da montanha, o ladrão viu uma casa e foi a correr para lá. O ladrão não
queria fazer mal à princesa, ele só queria o seu colar mágico. Quando estava
quase a conseguir tirar o colar à princesa, apareceram as três meninas, a
Mariana, a Inês e a Leonor que a iam salvar. Assim a Inês levou a princesa, a Mariana
levou o colar e a Leonor deu pontapés ao ladrão enquanto as suas irmãs fugiam.
Depois saiu pela janela e foi ter com as irmãs.
Demoraram sete
dias e meio a voltarem ao castelo pelo que tiveram que ir a um mercado comprar
toda a comida possível. Quando chegaram ao castelo, a princesa saltou para o
seu trono. O prémio das meninas foi ganharem colares mágicos, para que, quando
desejassem voltar ao livro, os colares mágicos as levassem. Finalmente
estafadas chegaram a casa e foram dormir.
Na manhã seguinte
a mãe e o pai ficaram muito felizes ao verem as filhas a dormirem muito
sossegadas. E ninguém soube o que aconteceu.
EB1 de Vale da Pedra
O quadro misterioso
Texto coletivo
Texto coletivo
A minha mãe, estas férias da
Páscoa, resolveu que o melhor era eu passar uns dias em casa da minha avó
Maria. Ela diz que eu passo as férias só a jogar no computador, no telemóvel,
na PSP, na WII e não faço mais nada de interessante.
Lá fui eu, de bagagem na mão,
apanhar o Comboio para a Aldeia do Piódão. A minha avó vive numa casa de xisto,
pequena, mas muito misteriosa.
Depois de explorar a aldeia e de
reencontrar o Guilherme e o Dário fomos para o sótão da avó brincar. O sótão
estava poeirento e muito escuro. Havia um grande baú, que ao abri-lo
descobrimos um quadro que nos deixou curiosos.
Fomos logo chamar a avó Maria,
que estava a acabar um bolo de chocolate para o nosso lanche. Aproveitámos para
lanchar e falámos com a avó sobre o quadro. Ficámos a saber uma bonita história
dos nossos antepassados.
A avó contou-nos que aquelas três
meninas do quadro eram ela própria, a sua irmã Joaquina e a sua prima Adélia.
Eram as três muito amigas e gostavam muito de ler. Inventavam muitas histórias
e escreviam--nas para mais tarde no Natal as poderem ler à família. O melhor
presente de Natal eram as histórias de fantasias contadas pelas três meninas. A
avó que ainda tinha o livro bem guardado leu-nos algumas dessas histórias.
A partir dessas férias eu e os
meus amigos decidimos escrever as nossas aventuras no Piódão. Talvez um dia, os
nossos bisnetos encontrem as nossas histórias escondidas num baú de algum
sótão…
EB1 Casais dos Penedos
Turma
I
1.º,2.º, 3.º e 4.º anos
A Cor das Letras
Já foram selecionados os vencedores do Concurso "A cor das Letras" com a EB1 de Casais Penedos a arrecadar os três primeiros lugares. Muito obrigada igualmente às escolas de Vale da Pedra e de Casais Lagartos que também participaram. Lembramos que todos os concorrentes receberão um certificado de participação!
Confiram agora aqui os três primeiros lugares:
1.º Prémio: Rodrigo Miguel Tristão, n.º 7 do 2.º I da EB1 de Casais Penedos
![]() |
| Um L de leitura em forma de minhoca |
2.º Prémio: Luna Mendão Vieira, n.º 6 do 2.º I da EB1 de Casais Penedos
3.º Prémio: Lucas Milhai Lupsa, n.º 5 do 2.º I da EB1 de Casais Penedos
![]() |
| Um L de leitura feito com todas as letras do alfabeto! |
Muitos Parabéns aos três vencedores!
quarta-feira, 2 de abril de 2014
TEATRO DE FANTOCHES no DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL
No dia 2 de abril de
2014, e numa articulação com o Jardim de Infância de Vale da Pinta, um dos
quatro Jardins que integram o nosso agrupamento, a Biblioteca da Escola
Básica D. Sancho I de Pontével colaborou com muito agrado nas atividades de promoção
do livro e da leitura que animaram a Feira do Livro dinamizada pelo mesmo
Jardim.
Deste modo, os alunos
do Jardim de Infância e os alunos da EB1 de Vale da Pinta assistiram à
dinamização de UM TEATRO DE
FANTOCHES baseado na
obra A Casinha de Chocolate de
Jacob e Wilhelm Grimm e que teve como ponto de partida a adaptação de
texto de Ana Oom.
O livro resulta de
uma adaptação das aventuras de Hänsel e Gretel, uma das obras mais conhecidas
dos irmãos Jakob (1785) e Wilhelm Grimm (1786), criadores de outros contos
mundialmente conhecidos e que fazem parte da tradição oral alemã, de que estes
foram distintos impulsionadores e estudiosos.
É um conto que nos
convida a pensar sobre as dificuldades que passam as pessoas sem recursos, mas
que também mostra a maldade de personagens como a madrasta, que não hesita em
abandonar as crianças à sua sorte para conseguirem sobreviver. Frente a ela,
João e Maria demonstram que as adversidades se vencem com astúcia e esperança.
Os cenários criados
para este teatrinho de fantoches são o complemento ideal para esta estória que
transmite certa crueldade e medo, com bosques tétricos que incrementam essa
sensação de temor, mas que paralelamente apresenta elementos surrealistas,
quase mágicos, cujo expoente máximo é a representação da casinha de chocolate.
Como as
crianças reclamavam mais histórias, os pequenos convidados assistiram ainda à
narração de O Príncipe Feliz de Oscar Wilde,
acompanhada de um Teatro de Sombras, e participaram na dinamização de O
Pássaro da Alma de Michal Snunit. Foi muito interessante
participar nestas atividades, precisamente no dia em que se comemorava o Dia
Internacional do Livro Infantil, anualmente celebrado a 2 de Abril.
Sabias?

Esta
data é
celebrada por iniciativa do Conselho Internacional sobre
Literatura para os Jovens (IBBY), que em Portugal é representada pela
Associação Portuguesa para a Promoção do Livro Infantil e Juvenil (APPLIJ).
O
IBBY criou o Dia Internacional do Livro Infantil em 1967, para homenagear o escritor
dinamarquês Hans Christian Andersen, (autor de algumas das histórias para
crianças mais lidas em todo o mundo), cujo aniversário do nascimento é
assinalado a 2 de abril.
terça-feira, 1 de abril de 2014
Exposição "No laboratório"
No âmbito da disciplina de Físico-Química, decorreu no mês de Maio a exposição “No laboratório” onde estiveram patentes trabalhos realizados pelos alunos das turmas A, B, C e D do sétimo ano sobre material e regras de segurança no laboratório.
segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
O Príncipe Feliz- Sessão de Promoção da Leitura
Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento curricular - uma das principais missões da Biblioteca Escolar -, decorreram na Semana da Leitura do Agrupamento D. Sancho I de Pontével, várias sessões de promoção da leitura sobre O Príncipe Feliz do grande e carismático escritor Irlandês Oscar Wilde, obra de leitura extensiva obrigatória para as turmas do 9.º ano.
A narração da história por intermédio de um teatro de sombras ajudou a criar o ambiente encantatório para transportar os alunos para o universo, aparentemente simples, de O Príncipe Feliz. Também, a partir de um diálogo socrático que contou com a participação dos professores acompanhantes, discutiram-se os valores transmitidos nesta obra intemporal tais como a abnegação, a misericórdia, a compaixão e o amor e foram identificadas críticas declaradas às assimetrias sociais, ao regime político e até às conceções artísticas do século XIX.
Deixamos-vos agora o testemunho da aluna Mariana Ferreira do 9.º A sobre a nossa Semana da Leitura:
A leitura é uma forma
de felicidade, é abrir os nossos horizontes a coisas novas…. E como não podia
deixar de ser, a Biblioteca Escolar da minha escola, D. Sancho I de Pontével, mais uma vez comemorou a alegria da
leitura na semana de 17 a 21 de março.
No âmbito da 8ª edição da Semana da Leitura e da comemoração dos 800 anos da Língua Portuguesa, foram realizadas várias atividades tais como a exposição “A minha Pátria é a Língua Portuguesa” - numa alusão a Bernardo Soares-, sessões de leitura pela escritora Manuela Castro Neves, vários concursos de desenho e de escrita criativa, e sessões de promoção do livro, nomeadamente “O Príncipe Feliz”, que se fez acompanhar de um teatro de sombras. Com um ambiente relaxante e com a imaginação para que o teatro nos leva, conseguiu-se mostrar a nós, alunos, o que é viver, e que por vezes temos de nos unir para ajudar o próximo. Depois de contada a história, fizemos um debate orientado sobre a mesma.
O Príncipe Feliz é uma história de amor supremo, em que a andorinha, dantes vaidosa, tola e egoísta, com a ajuda de um grande amigo, consegue aprender a ver para além da sua vida, para além do seu ser. Colaborando com o Príncipe Feliz, que só depois da morte descobriu toda a tristeza da sua cidade, pois a miséria representa um grande mistério mesmo para aqueles que não a sentem, ajudaram todos aqueles que mais necessitavam. Ao retirar a riqueza e a beleza que a estátua ostentava, proporcionaram a partilha de amor entre todos.
Foi espantoso ver a generosidade do príncipe e a fidelidade da andorinha para com ele, que era eterna, tal como o seu amor e a sua vontade de ajudar. E assim, a melhor forma de sermos felizes e recompensados é fazermos o bem ao próximo
Com uma história para crianças, e também para aqueles que já o foram, Oscar Wilde, o escritor de “O Príncipe Feliz”, lembra-nos que, como disse Fernando Pessoa, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
Eu, como aluna do nono ano, gostei particularmente desta atividade. Foi muito bom ouvir uma história assim, pois toca no coração de quem a ouve, e é sempre bom quando isso acontece.
No âmbito da 8ª edição da Semana da Leitura e da comemoração dos 800 anos da Língua Portuguesa, foram realizadas várias atividades tais como a exposição “A minha Pátria é a Língua Portuguesa” - numa alusão a Bernardo Soares-, sessões de leitura pela escritora Manuela Castro Neves, vários concursos de desenho e de escrita criativa, e sessões de promoção do livro, nomeadamente “O Príncipe Feliz”, que se fez acompanhar de um teatro de sombras. Com um ambiente relaxante e com a imaginação para que o teatro nos leva, conseguiu-se mostrar a nós, alunos, o que é viver, e que por vezes temos de nos unir para ajudar o próximo. Depois de contada a história, fizemos um debate orientado sobre a mesma.
O Príncipe Feliz é uma história de amor supremo, em que a andorinha, dantes vaidosa, tola e egoísta, com a ajuda de um grande amigo, consegue aprender a ver para além da sua vida, para além do seu ser. Colaborando com o Príncipe Feliz, que só depois da morte descobriu toda a tristeza da sua cidade, pois a miséria representa um grande mistério mesmo para aqueles que não a sentem, ajudaram todos aqueles que mais necessitavam. Ao retirar a riqueza e a beleza que a estátua ostentava, proporcionaram a partilha de amor entre todos.
Foi espantoso ver a generosidade do príncipe e a fidelidade da andorinha para com ele, que era eterna, tal como o seu amor e a sua vontade de ajudar. E assim, a melhor forma de sermos felizes e recompensados é fazermos o bem ao próximo
Com uma história para crianças, e também para aqueles que já o foram, Oscar Wilde, o escritor de “O Príncipe Feliz”, lembra-nos que, como disse Fernando Pessoa, tudo vale a pena quando a alma não é pequena.
Eu, como aluna do nono ano, gostei particularmente desta atividade. Foi muito bom ouvir uma história assim, pois toca no coração de quem a ouve, e é sempre bom quando isso acontece.
Mariana Ferreira do 9.º
A
Agrupamento D. Sancho I
de Pontével
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