domingo, 29 de setembro de 2013

Crianças ajudam outras crianças no dia 20 de Novembro


O que é o Dia Nacional do Pijama?
O Dia Nacional do Pijama é um dia solidário feito por crianças que ajudam outras crianças. Neste dia, as crianças até aos 6 anos, nas escolas e instituições participantes, de todo o país, vêm vestidas de pijama para a escola e passam, assim, o dia, em atividades divertidas, até regressarem a casa.
O Dia Nacional do Pijama realiza-se a 20 de novembro de cada ano. Este é um dia em que as crianças pequenas lembram, anualmente, a todos que uma criança deve crescer numa família.

O livro - Todos de Pijama

TODOS DE PIJAMA é o título do livro infantil ilustrado de grande formato que todas as salas, das escolas aderentes, vão receber de oferta. As ilustrações são de YARA KONO, uma ilustradora luso-japonesa que já foi vencedora do Prémio Nacional de Ilustração da Direção Geral do Livro e das Bibliotecas do Ministério da Cultura.
A história original do livro fala de uma extraordinária aventura de duas crianças que procuram desvendar um segredo. O pássaro azul existe? É pura imaginação das crianças, como pensam os pais? Um pijama começa por ser a única pista. Esta simples peça de roupa acaba por se revelar de grande importância na vida da família, da escola e do país daquelas crianças. 
Escrita para pequenos e grandes, TODOS DE PIJAMA é uma história sobre a felicidade. Uma história que nos lembra que uma criança tem direito a crescer numa família. Depois desta história, o nosso pijama passará a ter outro significado na nossa vida!

Crianças que ajudam outras crianças!
UMA CRIANÇA TEM DIREITO A CRESCER NUMA FAMÍLIA é a grande causa do Dia Nacional do Pijama. A Convenção Internacional dos Direitos da Criança, no seu preâmbulo, defende que "uma criança deve viver num ambiente familiar, num clima de felicidade, amor e compreensão, para que seja possível realizar, na sua plenitude, todos os seus direitos". Com o Dia Nacional do Pijama pretende-se dar visibilidade a esta causa, sensibilizando cada um de nós para a necessidade de tornar real este direito fundamental das crianças.

Em Portugal, vivem 8.938 crianças, fora dos seus pais (dados de 2011), por decisão das Comissões de Proteção de Crianças ou dos Tribunais, por se encontrarem numa situação de risco. Destas crianças, 8.453 vivem em instituições (95%) e apenas 485 crianças vivem com famílias de acolhimento (5%). Esta situação é bastante diferente em muitos países europeus. Em Espanha, 32% das crianças vivem em famílias de acolhimento e em Inglaterra o número sobe para 72%.

Juntos podemos deixar uma marca positiva em muitas crianças, se começarmos, hoje, ajudando uma de cada vez.

Procuram-se Abraços!!!
As boas práticas internacionais apontam o acolhimento familiar como um recurso fundamental a ser usado quando as crianças têm de viver fora dos seus pais, até que um dia possam regressar a sua casa. Assumindo esta missão, a Mundos de Vida criou o primeiro serviço especializado de acolhimento familiar, em Portugal, designado "Procuram-se Abraços", com o objetivo da criação de uma nova geração de famílias de acolhimento de qualidade que já permitiu acolher 75 crianças, em famílias como a sua.
Este é um desafio de todos. Uma sociedade de valores, a mudança de mentalidades e o conhecimento do direito de uma criança crescer numa família, vão permitir que se possa dar a mais crianças a possibilidade de crescerem num meio familiar mais terno, seguro e positivo.

Como fazer a inscrição da sua sala ou escola?
Faça a adesão da sua sala ou escola, através do envio de um simples e-mail para
dianacionaldopijama@mundosdevida.pt, indicando o número de salas que pretende inscrever. A inscrição e participação é gratuita e dá direito a um conjunto de recursos e material de apoio e de divulgação. Depois de enviar o email, receberá um contato nosso de confirmação.

Para + informação, use o email mundosdevida@mundosdevida.pt, consulte o site em www.mundosdevida.pt aceite ser fã na página do Facebook da Mundos de Vida ou efetue um contato direto através do telefone 252499010.
Fonte: http://www.mundosdevida.pt/_O_livro_-_Todos_de_Pijama

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Pequeno GRANDE C! Participa Já!




O Pequeno Grande © é uma iniciativa da coautoria da AGECOP – Associação para a Gestão da Cópia Privada e da Fundação Calouste Gulbenkian, dirigido às escolas do 1º e do 2º Ciclo do Ensino Básico, onde se leva a concurso um livro de autor, a realizar por jovens entre os 6 e os 12 anos de idade, no âmbito de uma turma escolar.
Procura-se premiar sobretudo a singularidade e a originalidade expressas numa criação coletiva pelos jovens autores. O livro de autor, ao qual desde logo chamamos OBRA, constitui um objeto único a concurso, mas testa três atividades criativas distintas: a construção do livro propriamente dito, a criação de uma narrativa e a respetiva ilustração.
Trata-se de um pequeno grande projeto que tem como objetivos a educação e a sensibilização do público mais jovem para a criatividade, estimulando a sua fantasia através de diferentes práticas artísticas.

Podem participar equipas de Professores de turmas do 1º e 2º Ciclo do Ensino Básico, com alunos de idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos, de escolas públicas e privadas sedeadas em Portugal Continental.
A mesma escola poderá submeter vários trabalhos a concurso, sendo em qualquer caso admitido apenas um trabalho por cada turma.

É simples. Leia atentamente o Regulamento, e inscreva-se no sítio do Pequeno Grande ©, entre 15 de Setembro e 31 de Outubro de 2013.

A apresentação dos trabalhos a concurso deverá acontecer até ao dia 18 de Fevereiro de 2014, sendo válida a data de envio registada pelos CTT.  Há uma grande liberdade para a escolha dos temas, dos formatos das técnicas e dos materiais mas há também algumas restrições. O livro de autor não pode exceder as medidas correspondentes ao formato A3 e a narrativa não pode ultrapassar as 2000 palavras.
O trabalho terá que ser acompanhado de uma ficha na qual deve constar o código de identificação da inscrição, o nome dos autores do trabalho e identificação da turma, a sinopse descritiva do projeto e um documento que contenha apenas o texto a concurso.

A divulgação dos trabalhos vencedores terá lugar até ao dia 2 de maio de 2014 e os trabalhos premiados serão expostos no âmbito do Dia da Criatividade, que terá lugar na Fundação Gulbenkian no dia 4 de junho de 2014.

domingo, 22 de setembro de 2013

A Língua Portuguesa faz 800 anos. Sabias?


Decorrerá entre 5 de maio de 2014 (Dia da Língua Portuguesa instituído pela CPLP) e 10 de junho de 2015 o evento de celebração “8 Séculos da Língua Portuguesa”, organizado pela Associação com o mesmo nome, tendo em vista a valorização e a visibilidade da Língua Portuguesa, enquanto língua oficial de oito países inseridos em múltiplas matrizes geopolíticas e culturais.
Pretende-se, com esta iniciativa, assinalar os 800 anos da Língua Portuguesa, tendo por base os primeiros documentos escritos em português – Testamento de D. Afonso II (1214), Notícia dos Fiadores (1175) e outros documentos dessa época.
A Associação “8 Séculos da Língua Portuguesa” vem, para este efeito, convidar todas as instituições e personalidades do mundo lusófono que se empenham na valorização da língua comum para integrarem as comemorações em apreço.
O projeto “8 Séculos da Língua Portuguesa” apresenta, entre outros, os seguintes objetivos: Fazer uma grande comemoração da Língua Portuguesa em todo o mundo lusófono, em 2014/2015, por altura da comemoração dos seus 8 séculos; Contribuir para a aproximação dos países lusófonos, bem como de Macau, em torno de uma grande manifestação cultural; Contribuir para pensar a afirmação da Língua Portuguesa no mundo, a nível cultural, político e económico, bem como nas grandes instituições internacionais; Contribuir para dar a conhecer nacional e internacionalmente poetas, escritores e artistas do mundo lusófono; Contribuir para incentivar a produção poética em língua portuguesa no mundo lusófono.
A Direção-Geral da Educação participará neste evento através da divulgação das várias atividades a desenvolver pela Associação, tais como a conceção de um sítio na internet, o lançamento de livros de poesia ou a realização de colóquios, de exposições e de grandes acontecimentos culturais e económicos subordinados à temática da celebração da Língua Portuguesa.
 Fonte: DGE/26/09/2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Segue esta paixão!


Sempre que lemos ou ouvimos um texto, projetamos nele os nossos sentimentos, as nossas experiências de vida, a nossa perspetiva sobre o mundo e até os nossos pré-conceitos, sendo simultaneamente influenciados pela descoberta que o mesmo nos proporciona. Ler é não só uma forma de adquirirmos mais conhecimentos mas sobretudo uma forma de descobrirmos mais sobre o mundo que nos rodeia e sobre nós mesmos, tornando-nos assim seres mais aptos a saber estar e a saber compreender o mundo. Ler bem não se resume de modo nenhum a uma mera descodificação de símbolos. Ler bem significa interpretar e compreender.

Urge pois conduzir as nossas crianças, e desde a mais tenra idade, a um comprometimento ativo com a leitura, levando-as a assumir uma posição crítica sobre aquilo que leem e a saber retirar de uma leitura tanto a informação explícita como a implícita que a mesma veicula.
A leitura configura-se portanto com um instrumento poderosíssimo, essencial para a formação de cidadãos mais intervenientes, mais preparados para responder às muitas exigências de uma sociedade em acelerada mutação.

Será esta visão sobre o ato de ler que irá nortear a nossa atuação enquanto Equipa das Bibliotecas Escolares do Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Pontével, contando para isso com o apoio de toda a Comunidade Escolar e Educativa.

Sejam então todos muito bem-vindos a este lugar de leituras e a todos os nossos leitores desejamos um excelente ano letivo de 2013-2014.
Sandra Pratas e Sousa
Coordenadora das Bibliotecas Escolares do
Agrupamento de Escolas D. Sancho I, Pontével

quinta-feira, 27 de junho de 2013

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Visita de estudo ao Centro de Ciência Viva do Alviela


No dia 22 de maio, os alunos da Escola EB1 de Vale da Pedra, conciliando a ciência, a tecnologia e a natureza, deslocaram-se ao Centro de Ciência Viva do Alviela, Carsoscópio - um espaço interativo de divulgação científica e tecnológica.
 
Num dia resplandecente, com um sol apelativo para um passeio escolar didático, os alunos puderam desfrutar dos muitos espaços oferecidos por este centro:
 
-  o Geódromo, um simulador de realidade virtual com capacidade para 16 pessoas que proporciona aos visitantes uma incrível viagem de 175 milhões de anos, até ao tempo em que os dinossáurios "desenharam" as suas pegadas na rocha calcária da Serra de Aire;
 
- o Carso, termo oriundo do esloveno Kras, utilizado para designar relevos originados em regiões onde predominam as rochas calcárias;
 
- O Quiroptário, cuja figura mística, Nosferatu, meio homem meio morcego, criada no filme mudo alemão de 1922, "O vampiro", foi dirigido por F. W. Murnau. Os alunos, neste lugar, percorrendo um labirinto às escuras, guiando-se unicamente pelo som sonoro dos morcegos, puderam sentir, de certa forma, o sentido de orientação destes seres noctívagos - tarefa bastante árdua para um ser humano.
 
Após um bom almoço, e retemperadas as energias, os alunos fizeram um saudável percurso pedestre, guiados pelas monitoras do centro, e fazendo-se acompanhar dos seus docentes titulares. Nada como esta caminhada em que praticamente a intervenção humana era inexistente: árvores, flores e uma paisagem deslumbrante e indescritível.
 
No fim, os alunos, formados em grupo, ainda realizaram um peddy-paper, descobrindo as pistas necessárias para a resolução dos questionários: uma aventura em plena harmonia com a natureza.
 
Da mesma forma, os alunos tiveram oportunidade de conhecer e de falar com um simpático pescador que, por ali, pescava os "barbos" e, por mais espantoso que nos pareça, descobrimos que ele colocava mortadela na cana para os atrair, iguaria venerada por este peixe de água doce.
 
Recomendamos a todos a visita a este espaço que zela pelo ambiente e pela preservação dos morcegos de água.
 
                                                                                              Os alunos da EB1 de Vale da Pedra
 



 



Contos à solta no 1.º ciclo


A SEREIA MARIA


Era uma vez uma sereia chamada Maria. Ela vivia com os seus pais, num lindo castelo, dentro de água. A Maria, quase todas as manhãs, passeava no seu jardim de algas.
Um dia, enquanto brincava no jardim, começou a afastar-se do castelo. De repente, uma tartaruga, sem querer, bateu com a cabeça numa pedra e desmaiou. A Maria procurou ajuda por todo o lado. Entretanto, uma estranha personagem aproximou-se: era um unicórnio do mar que lhe disse:
- Deverás ir até ao Jardim Mágico em busca de uma alga especial e dá-la à tartaruga, tua amiga.
Então, decidida, a sereia foi buscar a alga, deu à tartaruga e esta acordou.
A sereia Maria ficou muito feliz e regressou ao seu castelo.

                                                        
                                                         Mariana Belo Moreira, 3ºO, Escola EB1 Vale da Pedra

Contos à solta no 2.º ciclo


AS NUVENS
Era uma vez uma menina muito marota a quem toda a gente chamava Maria Traquinas. Essa menina não conseguia parar quieta, era uma irrequieta. Volta não volta e já tinha alguém a ralhar com ela. Só havia uma coisa que a acalmava: As nuvens.
Quando estava de castigo deitava-se no chão a comer pão olhava para as nuvens e dizia: 
Quando for grande, vou comprar um foguetão , voo até á nuvem mais alta, salto para ela e corro até não poder mais. De seguida deito-me a comer pão e vivo para sempre na nuvem.
Mas a menina cresceu e aprendeu que as nuvens não são sólidas e que não dá para correr nelas. Ficou tão triste que começou a chorar desalmadamente. Chorou tanto, tanto que inundou a sala e os colegas molhou.
No dia seguinte quis pregar uma partida à mãe mas, quando montou a artimanha, a mãe passou e não aconteceu nada. Nada de nada. De seguida experimentou a partida em si e já funcionou! O que tinha acontecido? Cogitou, cogitou e a resposta encontrou. A sua suspeita era que quando o seu sonho foi despedaçado, tinha perdido o que todas as crianças têm, a esperança, o SONHO!
Então foi dormir e no seu sonho foi ao pais dos sonhos para escolher um novo.                                                                     
Tinha tantos para escolher: Ser professora, ser a pessoa mais alta do mundo , ser inteligente… mas foi para o último que era ser astronauta.
No dia seguinte acordou e tinha de novo esperança! Já conseguia pregar partidas!
Estudou durante muitos anos e a astronauta chegou.  

                                                                             Matilde Ribeiro, 5.º C

Poesia

SABOREAR-TE
 

Quero penetrar no teu mundo: com os meus dedos folhear-te, saborear-te.
Cheiras a novo, a fresco: sinto a tua essência (o perfume da tua resina) - uma textura por desvendar: purificar.
Sinto-me vulnerável na tua presença - e falas-me numa voz calada, que não escuto - mas que aprecio.

Imaginar-te, dentro dele, faz-me arrepiar: BRRRRRRRRR! O pelo da minha epiderme levantou-me: um suave e refrescante calafrio.

A tua voz calada é o hálito fresco de que preciso: o ar das palavras libertado para a atmosfera.

Aromatizaste o meu espaço com o teu perfume vocal.

A tua capa: o teu peitoral que, sobejamente, quero sentir - e abrir.

As tuas costelas de Adão, a tua lombada, aliciam-me a entrar nesta estrada: a da aprendizagem.

És o meu Mundo da linguagem.

Aproximo, do meu peito, a tua contracapa: qualquer dimensão em que te encontres alicia-me a querer saber mais - e mais: muito mais.

Dominas a minha mente e o meu corpo - e só tu o sabes fazer.

Eu limito-me apenas a ler-te.

Não me LIVRO de ti facilmente por seres apenas o que és: és TUDO o que quero: um LIVRO.
                                           
                                                     Professora Cristina Pinto
 



quarta-feira, 19 de junho de 2013

Hoje vou falar-vos de corujas e mochos

Eu vou falar de animais noturnos. As corujas e os mochos são diferentes dos outros animais. Enquanto os outros animais estão acordados, as corujas e os mochos estão a dormir. E enquanto os outros animais estão a dormir, os outros estão acordados.
Estes animais não conseguem mastigar, por isso engolem as criaturas inteiras. Assim que acabam de digerir o animal regurgitam os ossos e o pelo na forma de uma pequena esfera chamada "egagropilo".
Em vez de fazerem ninhos, os mochos e as corujas preferem pôr os ovos em qualquer tipo de buracos.
Os ovos dos mochos e das corujas são quase redondos.
Muitos mochos e corujas possuem franjas aveludadas em torno das remiges que tornam as suas asas muito silenciosas quando voam.
Eu conheço alguns tipos de corujas: a coruja-das-neves a coruja-de-celeiro e a coruja-das-torres. E também conheço alguns tipos de mochos: o mocho-de-óculos, o mocho-buraqueiro e o mocho-anão.
Eu acho que os mochos e as corujas são fascinantes!
                                                                                                     Matilde Ribeiro (5.º C)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mia Couto - vencedor do 25.º Prémio Camões



O escritor moçambicano Mia Couto, autor de "Jerusálem" e de "O último voo do flamingo" foi o vencedor do 25.º Prémio Camões, o prémio literário mais  importante da criação literária da língua portuguesa. Mia Couto estreou-se com um livro de poesia publicado há exatamente 30 anos.
O júri justificou a distinção do escritor tendo em conta a “vasta obra ficcional caracterizada pela inovação estilística e a profunda humanidade”, segundo disse à agência Lusa José Carlos Vasconcelos, um dos jurados.
A obra de Mia Couto, “inicialmente, foi muito valorizada pela criação e inovação verbal, mas tem tido uma cada vez maior solidez na estrutura narrativa e capacidade de transportar para a escrita a oralidade”, acrescentou Vasconcelos. Além disso, conseguiu “passar do local para o global”, numa produção que já conta 30 livros, que tem extravasado as suas fronteiras nacionais e tem “tido um grande reconhecimento da crítica”. Os seus livros estão, de resto, traduzidos em duas dezenas de línguas.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Resultados dos concursos da BE - Abril

Concurso Brincar à Procura da Frase Certa

Erros: directo, adopção, colecção,óptimo, actualmente
Soluções:direto, adoção, coleção, ótimo, atualmente
Participantes: 2 alunos

Vencedores

5ºC - Carlota Franco
9ºA - Diana Gomes


Concurso Quebra cabeças
 
Soluções:
2ºciclo- Geronimo Stilton 3ºCiclo - A lua de Joana
Participantes:6 alunos

Vencedores
5ºC - Ana Gerardo,Carlota Franco 
9ºA - Diana Gomes

9ºC - Pedro Santos; Rodrigo Coelho

terça-feira, 14 de maio de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Um olhar sobre "o português" de Agustina Bessa-Luís

Todo o Português Popular é um Reformador Impaciente

Todo o português popular é um reformador impaciente. Não há atitude que não avalie, serviço que não comente, governança que não desconheça, ingratidão que não ouse, para maior desembaraço das suas aptidões. Estas podem não ser famosas, mas constituem a soma dum profundo sentido de perseverança e de sacrifício. Quando o mundo se super-humanizar, lá estará o português para achar natural o que acontece, e portanto necessitado de reforma, e por conseguinte de diálogo. O último homem sobre a terra terá de ser um português que duvida do que é natural e que se indisciplina perante a consumação dos séculos.

Há raças mais dinâmicas, outras mais brilhantes; mas nenhuma outra possui o segredo da importunidade que estimula, desassossega, altera, contradiz e, no entanto, não chega a ser violência. Dizei-lhe que a vida é um dom, que o trabalho é uma honra, que o homem é uma criação maravilhosa - e ele, ou vos acha hipócritas, ou ocos e delirantes. Os princípios «a piori» não lhe merecem respeito, e prefere analisar os seus pequenos problemas quotidianos, a obstinar-se na seriedade ou atrofiar-se na eloquência que é a mãe da burla. Ele sabe que a pior injúria é enobrecer a desgraça. Ele sabe que a pior opressão é dor rosto prazenteiro às realidades sinistras.

                                       Agustina Bessa-Luís, in 'Alegria do Mundo'



E assim somos, críticos e impacientes. Quem não se revê nesta descrição de Agustina Bessa-Luís?

Visita guiada a Pontével - alunos do 1.º ciclo

As docentes Cristina Pinto e Antonieta Rocha acompanharam os alunos do 3.º e 4.º anos da EB1 de Casais Lagartos e os alunos da EB1 de Casais da Amendoeira numa visita guiada a Pontével. Deixamo-vos o registo de um agradável momento.

Abril do Património
Turma da EB1 Casais Lagartos                                    




No dia 23 de abril, por volta das 13:30, nós, os alunos do 3º e 4º ano, da EB1 de Casais Lagartos, acompanhados pela professora do Apoio, fomos a Pontével.
Lá fora, à nossa espera, aguardava-nos o Sr. Eugénio, o motorista da Junta de Freguesia de Pontével.
O dia era de sol e estava calor.





O Largo da Fonte, em Pontével, foi o nosso ponto de encontro com os alunos da EB1  de Casais Amendoeira, acompanhados, também, pela sua professora do Apoio. A Dra. Zelinda foi a nossa guia. Neste lugar, aprendemos que a fonte abasteceu Pontével até 1981. O rio constituiu uma importante fonte de humidade e alimentava as azenhas. No rio, as pessoas usavam cestas de verga para apanhar peixe; as aguadeiras levavam a água em bilhas de barro, pois não havia água canalizada e distribuíam-na; os rapazes, quando iam à inspeção militar, tomavam banho no rio. Poucas eram as pessoas que tinham poço. Os tanques davam de beber aos animais (bois, burros e cavalos). Naquele tempo, a galera (uma carroça puxada por dois cavalos) era o meio de transporte utilizado. A fonte também servia de ponto de encontro para os «namoricos».
Vimos, também, uma Ponte da I República, uma ponte romana.

Visitámos a Capela da Nossa Senhora do Desterro. À entrada, aprendemos que a porta era do estilo manuelino. No seu interior, os azulejos, do século XVII, foram pintados a branco, azul e amarelo pelos árabes. Mais tarde, visitámos a Igreja Matriz de Pontével da Nossa Senhora da Purificação (estilo românico rural português), que é a padroeira de Pontével. Aqui, também vimos que os  azulejos foram pintados de branco, azul e amarelo pelos árabes.

Pareciam lindos tapetes geométricos. À entrada, a pia batismal era feita de pedra de Anção. A igreja continha uma talha dourada e uma pedra tumular com o brasão de António Pimentel. Na Sala de Arte Sacra, vimos lindos quadros: pinturas de Ambrósio Dias.
Vimos uma outra ponte, muito antiga, por onde, antigamente, as pessoas passavam: a ponte medieval.
Pontével era uma região rica em cereal, linho, vinho, azeite, e outros bens agrícolas. Recebeu o seu primeiro foral em dezembro de 1194.

Temos orgulho por pertencermos a Pontével, pois pertence a um distrito com muita história.

Gostámos muito desta visita de estudo ao nosso património histórico.

Os Lagartinhos